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A causa e o efeito de MV Bill. - Jornal do Comércio - Porto Alegre /RS - 17/6/2010

Cultura Afro-brasileira. - Diário de Cuiabá - Cuiabá /MT - 22/5/2010
O pop star do morro. - Carta Capital - São Paulo /SP - 16/6/2010
Arquivo em pdf - O Globo - Opnião - Modernos Samurais







III Fórum de Comunicação e Sustentabilidade

III Fórum de Comunicação e Sustentabilidade

Jornal O Estado - Ceará

Governo do Estado do Ceará

TV Canal 13

Golpel em Madureira. - Extra - Rio de Janeiro /RJ - 30/4/2010 - Pág. 03
Dia do trabalho com festa. - O Dia - Rio de Janeiro /RJ - 29/4/2010 - Pág. 02
Mariana Ximenes na Itália - Pronta para um novo amor. - Contigo - São Paulo /SP - 29/4/2010 - Pág. Capa, 102 a 108
Brava gente. - Sociologia - Ciência e Vida - São Paulo /SP - Março/Abril/2010 - Pág. 04, 16 a 21
A Bel-prazer. - Sociologia - Ciência e Vida - São Paulo /SP - Março/Abril/2010 - Pág. 07
Basquete Show. - Jornal de Santa Catarina - Blumenau /SC - 28/4/2010 - Pág. 28
Ela vai longe. - Jornal do Brasil - Rio de Janeiro /RJ - 25/4/2010 - Pág. 01, 26 a 33
A preferida dos tiozinhos. - Meio Norte - Teresina /PI - 25/4/2010 - Pág. 04 e 05
Noite histórica em Peixinhos. - Diário de Pernambuco - Recife /PE - 23/4/2010 - Pág. D8
Projeto leva teatro para comunidades da periferia. - Correio do Povo - Porto Alegre /RS - 22/4/2010 - Pág. 03
Camila Pitanga leva a filha Antônia para conhecer projeto em favela. - IstoÉ Gente - São Paulo /SP - 19/4/2010 - Pág. 17
Zona Franca. - O Globo - Rio de Janeiro /RJ - 17/4/2010 - Pág. 20
Madrinhas da Bicicloteca. - Contigo - São Paulo /SP - 15/4/2010 - Pág. 86
Zona franca. - O Globo - Rio de Janeiro /RJ - 13/4/2010 - Pág. 16
Camila Pitanga na Cidade de Deus. - O Dia - Rio de Janeiro /RJ - 12/4/2010 - Pág. 08
Uma biblioteca sobre rodas na Cidade de Deus. - Extra - Rio de Janeiro /RJ - 12/4/2010 - Pág. 09
Camila e a filhota. - Expresso da Informação - Rio de Janeiro /RJ - 12/4/2010 - Pág. 35
Camila Pitanga na Cidade de Deus. - Amazônia - Belém /PA - 12/4/2010 - Pág. 21
Ritmo e poesia em quadra. - Correio Braziliense - Brasília /DF - 11/4/2010 - Pág. 15
Presente para Fortaleza. - Diário do Nordeste - Fortaleza /CE - 10/4/2010 - Pág. 03
Bicicloteca de Deus. - O Globo - Rio de Janeiro /RJ - 9/4/2010 - Pág. 03
O prazer da leitura va chegar sobre rodas. - Extra - Rio de Janeiro /RJ - 9/4/2010 - Pág. 09
Treze caminhos para fazer frente ao crack. - Zero Hora - Porto Alegre /RS - 4/4/2010 - Pág. 30 e 32
Sua ajuda pode mudar uma vida. - Diário Catarinense - Florianópolis /SC - 4/4/2010 - Pág. 22 a 25
Liga promete agita a Ceilândia. - Jornal de Brasília - Brasília /DF - 3/4/2010 - Pág. 14
Crack, leis e atitudes. - Zero Hora - Porto Alegre /RS - 3/4/2010 - Pág. 12
No caminho dos Globetrotters ginga nas quadras. - Diário Catarinense - Florianópolis /SC - 2/4/2010 - Pág. 33
Vencer é detalhe. Fintar, obrigação! - Correio Braziliense - Brasília /DF - 1/4/2010 - Pág. 17
A segunda hoda da batalha conta a pedra. - Zero Hora - Porto Alegre /RS - 31/3/2010 - Pág. 04 a 06
A segunda onda da batalha contra a pedra. - Diário Catarinense - Florianópolis /SC - 31/3/2010 - Pág. 04 a 06
Caminhada ecológica na BR 386. - Correio do Povo - Porto Alegre /RS - 30/3/2010 - Pág. 04
Fórum defende uso de política social. - Tododia - Americana /SP - 17/3/2010 - Pág. 07
Oficinas Pixaim. - Diário de Cuiabá - Cuiabá /MT - 13/3/2010 - Pág. E2
EGO

Prefeitura Municipal do Rio Grande / RS

Portal Correio

Agora O Jornal do Sul

Diário de Cuiabá

Diário de Cuiabá

Materia do Brô MC´s

Matéria Jornal Agazeta Noticia Agora

Fanzine - A cultura vai tomar as ruas.
A cultura de rua vai amplificar suas várias vozes no Estado, neste mês. É porque nos próximos dias 14 e 15 de agosto acontecem diversas ações, que incluem esporte, música e dança, para lançar o primeiro espaço da Cufa (Central Única das Favelas), em Vila Velha. A entidade vai, literalmente, tomar conta da antiga sede de uma escola de samba em Cobi de Baixo, desativada há oito anos.
Leia Mais.
Rap dá o tom ao aniversário
A história de um morador de Samambaia desesperado por um emprego. A dor de amor de um presidiário separado da namorada. A importância da educação para o futuro das crianças. Os temas das canções escolhidas pelos jurados para participar do festival Rap Popular Brasileiro (RPB), da Central Única das Favelas (Cufa), são variados e refletem as histórias de vida dos artistas selecionados. Leia Mais.
O sistema de cotas e a luta por uma sociedade pós-racial

Junto e Misturado

Muito além da imaginação - Jornal O Imparcial

CUFA, Rede Globo, Prefeitura de Nova Iguaçu e Beat 98 em parceria no Show do Dia do Trabalhador - Veja mais nos links abaixo:
MV Bill bota o dedo na cara das mazelas políticas e sociais do país em novo CD
e DVD
http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/04/24/mv-bill-bota-dedo-na-cara-das-mazelas-politicas-sociais-do-pais-em-novo-cd-dvd-755432956.asp
Cufa faz seletiva para a LIIBRA

Notícia no Diário Oficial da Câmara de Vereadores de Salvador
http://www.cms.ba.gov.br/cmsdad/docs/DOLM%2023-04-09.pdf
Agência Sebrae de Notícias
16 Abr 2009 ... É assim que define o "Pixaim" para a coordenadora da área de ... Abrindo portas - O projeto Circuito Pixaim integra o programa Pixaim, ...
“Resolvi surfar no olho do furacão”, diz MV Bill.
http://iurirubim.blog.terra.com.br:80/2009/04/08/“trabalhar-na-vida-social-nao-foi-uma-escolha-nem-uma-paixao-e-simplesmente-a-minha-vida-cotidiana”-diz-mv-bill/
Rebelião Cultural - Jornal EXTRA

717 jovens de comunidades de baixa renda do Rio de Janeiro recebem diploma em cursos ligados ao setor turístico
http://www.turismo.gov.br/
BBoys&Cia está de volta com Batalhas de Breaking, Locking e muito mais
http://mtv.uol.com.br/coletivo/blog
RPB Festival Bombando
http://bocadaforte.uol.com.br/site/?url=noticias.php
http://culturahiphop.uol.com.br/noticia/377/festival-rap-popular-brasileiro-com-inscricoes-abertas/
http://www.rapnacional.com.br/noticias.asp?id=2939
Deputada Vilma Moreira recebe representantes da Cufa
http://www.al.mt.gov.br:80/V2008/ViewConteudo.asp?no_codigo=22247
CUFA e Senadora Serys Slhensarenko
http://www.peixotoonline.com.br:80/index.asp?Pagina=Noticias
&NomeTipoMateria=Cultura&CodigoMateria=73949&CodigoTipoMateria=26
Sábado - 28 de Março de 2009 - 2º caderno O Globo

Coordenador da Cufa defende repasse de 3% em investimentos na Cultura
http://www.odocumento.com.br/noticia.php?id=293529
Coordenador de Comunicação do Centro-Oeste visita Cufa de Peixoto de Azevedo
http://www.agenciadanoticia.com.br/index.php?mega=codigo_
noticias&cat=Cidades&cod=77
Sinop prepara para a 1ª conferência municipal de segurança
http://www.sonoticias.com.br/mostra.php?id=83969
Ver Favela no Extra e O Globo


Prefeito Vinicius Farah se reúne com integrantes da ONG - CUFA com o objetivo de fomentar o Basquete de rua em Três Rios
http://www.tresrios.rj.gov.br/v2007/n/noticias.php?id=157
Escolinhas de Basquete de Rua da CUFA-Sobral (CE) viram notícia
http://www.sobral.ce.gov.br/boletim/boletim.htm?time=1236709900
CUFA-CE Capacitação desperta espírito de conciliação
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=620663
Organização de MV Bill leva basquete de rua para Corumbá
http://www.aquidauananews.com/index.php?action=news
_view&news_id=142252
Jovens defendem basquete de rua como fator de inclusão social
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/04/12/materia.2008-04-12.5969465049/view}
Diário de Cuiabá
http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=337149&edicao=12320&anterior=1
SEPPIR discute Pronasci com a Central Única de Favelas
http://www.planalto.gov.br/seppir/informativos/destaque.htm
Seminário discute parceria para evitar que jovens sejam atraídos pelo crime
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/10/23/materia.2008-10-23.5241901202/view
Pronasci e Cufa juntos no combate à criminalidade
http://www.mj.gov.br/pronasci/data/Pages/MJA4C659C5ITEMID3DB
5B417286B4735879A4BB191B40302PTBRNN.htm
22/10/2008 às 18:20h - Ministério do Esporte e Cufa discutem projeto para formar parceria com o Pronasci
Notícia completa no link:
http://portal.esporte.gov.br/ascom/noticia_detalhe.jsp?idnoticia=5230
Parceria cultural CUFA-DF/Sesc

Jornal de Brasília
Primeiro DVD de MV Bill traz pegada de Rock

JORNAL AGAZETA

JORNAL AGAZETA
Doação de pista de skate à Cufa por Chorão

O Estado de São Paulo
Reportagens que sairam nos principais jornais do Rio, sobre a ida da Candidata à Prefeitura do Rio de Janeiro, Jandira Feghali, ao debate promovido pela CUFA.
Jornal do Brasil
 |
Jornal do Brasil  |
O Globo
 |
O Dia
 |
MV Bill faz lançamento de livro em Uberlândia
Confira a notícia completa no link:
http://www.correiodeuberlandia.com.br/texto/2008/08/23/31315/
mv_bill_faz_lancamento_de_livro.html
CUFA mobiliza periferia carioca para debate
Confira a notícia completa no link:
http://www.zedirceu.com.br/index.php?option=com_content&tas
k=view&id=3914&Itemid=105
Inaugurada praça com pistas de skate e caminhada em Sinop
Confira a notícia completa no link:
http://www.sonoticias.com.br/mostra.php?id=73376&ano=2008
Confira a entrevista de MV Bill à revista americana TRACE.
Clique na imagem para ampliá-la.

Sabe onde aperta o calo?
(Celso Athayde - Coordenador da Central Única de Favelas)
Clique na imagem abaixo para ampliar:

Cufa participa do informativo PRONASCI
(Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania)
Clique na imagem abaixo para ver a matéria em tamanho real:

Sinopenses disputarão liga nacional de basquete de rua em SP
Confira matéria do site Só Notícias - Clique aqui
Sejusp estuda implantação de núcleo de serigrafia no Complexo Pomeri
Jovens que integram a Central Única das Favelas (Cufa) em Cuiabá apresentaram nesta quarta-feira (09) ao secretário de Justiça e Segurança Pública, Diógenes Curado, o projeto de implantação de um núcleo de serigrafia, o Sericufa, no Centro Socioeduvativo do Complexo Pomeri.
O projeto tem como objetivo a inclusão social, educação popular e geração de emprego e renda para adolescentes do Centro Socioeducativo a fim de produzir e formar um núcleo de produção e gestão, através do conceito de economia solidária, processo de democratização econômica e geração de oportunidade e combate à pobreza.
Segundo Paulo Ávila, coordenador geral da Cufa, a Central já desenvolve como oficinas de ações de hip hop, grafite e discotecagem no Pomeri desde 2002, no entanto, existe a necessidade de criar a oportunidade de emprego e renda ao jovem no retorno ao seu lar. “O que o jovem quer é ser visível. Precisamos criar maneiras que impeçam sua volta ao complexo”. Paulo Ávila explicou que o projeto visa também ajudar as mães, que são peça fundamental na inclusão do jovem à sociedade. “Pretendemos criar um grupo de costureiras para a confecção das camisetas”.
“A idéia é trabalhar com os adolescentes em conflito com a lei na criação de uma logomarca para uma grife do Centro Socioeducativo. Esta iniciativa vai gerar inclusão e oportunidade de emprego e renda ao final do cumprimento da medida socioeducativa”, disse o secretário adjunto de Justiça, tenente-coronel Zaqueu Barbosa.
O secretário Diógenes Curado aprovou a iniciativa. “O projeto é bom. Vamos fazê-lo andar da melhor maneira possível”. Curado afirmou que a Secretaria de Justiça e Segurança Pública vai iniciar o estudo de leis para implantação do Sericufa, com o objetivo de viabilizar legalmente o funcionamento do projeto.
Para a realização deste projeto é fundamental o envolvimento da Fundação Nova Chance, que implementa o atendimento assistencial e profissionalizante aos reeducandos dos regimes fechado e semi-aberto de Mato Grosso e a adolescentes que cumprem medida socioeducativas e seus familiares. A presidente da Fundação esteve presente no encontro e afirmou que também vai estudar as viabilidades legais para o projeto, além de buscar outros parceiros.
FINANCIAMENTO – O Banco do Brasil (BB) é outro parceiro do projeto Sericufa através do programa Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS). O Gerente da Agência Prainha, Alcides Brandão, que esteve presente na reunião, disse que o DRS é uma nova forma de negócio para a população com faixa de renda menor.
Também participaram da reunião a coordenadora de projetos da Cufa, Karina Santiago e a assistente do Banco do Brasil, Laura Oliveira.
Notícia: www.diariodecuiaba.com.br
Basquete de rua dá show em Curitiba
Streetball é mais que um esporte. Virou elemento de inserção social
Flávia Gradowski Sampaio, do Jornal do Estado
Franklin de Freitas
Mais que um jogo de basquete, o streetball é um show de passes e vitória da inclusão social
A Central Única das Favelas no Paraná (Cufa-Pr) realizou, no fim de semana, em Curitiba, a Seletiva Estadual de Basquete de Rua (Sebar), o concurso de DJs e MCs e a disputa de dançarinos de break, os B. boys. O evento reuniu mais de quatro mil pessoas. O streetball é mais que um esporte, que uma diversão, é a cultura hip hop como elemento de comunicação e, principalmente, inserção social.
Em parceria com a Prefeitura de Curitiba e Rede Globo, o evento se firmou como forma de inclusão do jovem que mora na periferia e não encontra oportunidade de mostrar seu trabalho. “A Sebar é um evento grande e importante, que dá visibilidade ao jovem”, comenta Adeguimar José da Silva, o Sombra, coordenador da Sebar. O evento do fim de semana foi uma etapa seletiva que dá acesso à Liga Brasileira de Basquete de Rua (Libbra), onde se reúnem as melhores equipes de cada Estado.
A modalidade praticada é o basquete de rua, inspirado no streetball, que surgiu na periferia norte-americana. Apesar de possuir os mesmos elementos básicos do basquete tradicional, ele se difere totalmente em outros aspectos, que segue desde as regras até os locais nada convencionais. Como o próprio nome revela, ele muitas vezes é praticado em lugares improvisados, quadras públicas e de escolas municipais. “O streetball é praticado em condições restritas aqui. Os tênis não são apropriados, as bolas são comuns e as quadras improvisadas. Mas, mesmo assim, o grupo nunca deixa de se reunir”, conta Deivison Souza de Melo, um B. boy, integrante da Cufa e praticante da modalidade. “Não existe uma quadra pública dentro da comunidade, e isso faz falta. Só podemos usar a quadra da escola municipal, que nem sempre está disponível”, lamenta.
Muito conhecido como basquete arte, o streetball é marcado por jogadas geniais e, por não ser reconhecido como modalidade esportiva, não se prende às regras convencionais. Uma forte peculiaridade desta modalidade é a presença da música rap, que toca durante os embates. Mas o que é priorizado neste estilo de jogo é a realização de passes e dribles que desconsertem seus adversários, tornando as jogadas mais atraentes e divertidas. “O que realmente difere o streetball do basquete tradicional é a música que toca junto com o esporte. Na hora de fazer um drible, o jogador dança junto com a bola. O que interessa não é apenas ganhar ou perder a partida, mas os moves (movimentos) que realizam durante o jogo”, comenta Deivison.
O projeto é uma das atividades realizadas pela Cufa, e foi criado com o propósito de proporcionar a integração dos amantes da modalidade, independente de sua classe social ou etnia. “Esse evento, assim como todos os outros realizados pela Cufa, fazem com que o jovem se conscientize da realidade da comunidade. Ao invés de estarem envolvidos com o crime, estão trabalhando o corpo e a mente” finaliza Deivison.

Davi Black
Cordenação Estadual
CUFA PR
daviblack@yahoo.com.br
0XX41 35892835 / 91369853
Deu no Jornal: A Gazeta - ES
Brilho no asfalto e pé na estrada
Eles brilharam no asfalto e ganharam o direito de pôr o pé na estrada. Apaches e The One, ambos de Vitória, foram os melhores times da Seletiva Capixaba de Basquete de Rua e vão representar o Estado na 6ª Estapa da Liga Brasileira, que acontece no próximo fim de semana, no Rio de Janeiro.
Foi uma manhã diferente no Horto de Maruípe, em Vitória. Logo cedo, muito rap, grafite e break para animar a galera. E quando a bola subiu, a irreverência entrou em quadra. Cestas acompanhadas da ginga dos jogadores.
Na final, o Apaches, de Goiabeiras, bateu o The One, da Praia do Canto, por 17 a 7. Como a equipe vencedora já havia garantido sua vaga para a Liga antes da etapa de ontem, foi a vice quem mais vibrou.
“Perdemos a final, mas o principal objetivo era a vaga para a Liga Brasileira. Vencemos o Esbarra (de Vila Velha) e o Extremo (da Serra), isso já valeu. O pessoal até me pediu para não exagerar no show, porque queríamos mesmo era vencer. Pode não ser profissional, mas é jogado a sério. Mal dormi na véspera, de tão ansioso”, explicou Mineiro, jogador do The One.
O time da Praia do Canto sofreu na final. Teve que disputar metade da decisão com apenas três jogadores, em vez de quatro, pois um deles teve um entorse no joelho. Como não tinham reservas, ficaram desfalcados e não foram páreo para a turma de Goiabeiras. No Rio, porém, dois outros jogadores devem se incorporar ao The One.
E para a Liga Brasileira, o vencedor Apaches é só confiança. “Temos experiência, pois jogamos uma vez lá no Rio de Janeiro. Serão times de vários Estados, mas podemos vencer. Alguns de nós jogaram em clubes, estamos confiantes”, disse William Gama.
Apesar de o basquete de rua beber na fonte das “peladas”, vários participantes da seletiva já passaram ou sonham ainda em se tornarem profissionais do basquete de quadra.
“Nem sempre é uma adaptação fácil, pela diferença técnica, mas acho possível. Cheguei a treinar na base do Cetaf no ano passado”, conta David Viana, que joga pelo Filhos da Rua, de São Mateus.
Clique na imagem para amplia-la
Liga Brasileira
10adversários pela frente
Apaches e The One vão encarar dez times no Rio de Janeiro. Só Espírito Santo e Minas Gerais têm duas vagas.
Coordenador de Cufa Sinop representa Nortão em Conferência
Nacional da Juventude
11 de abril de 2008 - 15h08
A região Norte de Mato Grosso terá um representante nas discussões
da Conferência Nacional da Juventude, programada para os dias 27 a
30 deste mês. O coordenador da Central Única das Favelas (Cufa),
de Sinop, Anderson Maciel, foi um dos delegados eleitos para representar
o Estado.
Os debates devem ser norteados em três grandes temas, sendo “Juventude:
Democracia, Participação e Desenvolvimento Nacional”, “Parâmetros
e Diretrizes da Política Nacional de Juventude” e “Desafios
e Prioridades para as Políticas Públicas de Juventude”.
“Resumindo, é promover um maior diálogo entre juventude
e poder público, visando ações e programas para combater
as principais problemáticas brasileiras”, falou Maciel, ao
Só Notícias. Segundo o coordenador, a intenção é difundir
os conhecimentos adquiridos na conferência, formulando propostas locais.
A Cufa ser representada por delegados de outros Estados.
O Globo - 04/04/2008
Astros sob o viaduto
Jovens do Rio treinam para a Seletiva estadual de basquete de rua
Por Cláudio Nogueira
Há quem diga que a vida é como um viaduto. Às vezes
se está em cima, às vezes embaixo. Mas há ocasiões
em que estar sob o viaduto não significa estar mal, mas poder saltar
para uma enterrada e sonhar com o sucesso na vida. Basta participar do basquete
de rua, esporte crescente em meio às comunidades carentes. Amanhã,
das 9h até 19h, sob o Viaduto Negrão de Lima, em Madureira,
principal palco da modalidade no Rio, haverá a primeira Seletiva
Estadual de Basquete de Rua (Sebar), com entrada franca.
Com 17 equipes do Estado, a Sebar classifica quatro para a Libbra (Liga
Brasileira de Basquete de Rua). No dia 12, no mesmo local, haverá outra
seletiva com mais quatro vagas para 18 times, e no dia 19, a repescagem,
com outros quatro classificados. As finais serão no dia 26, na quadra
sob o viaduto, mantida pela Central Única das Favelas (Cufa).
- Com nossa habilidade, fazemos a galera vibrar. Estes garotos nos vêem
como ídolos. O basquete de rua é uma realidade, e o objetivo é vê-lo
profissional. Pode até demorar, mas vai acontecer - torce o universitário
angolano Pedro Ivo, de 1,60m, um gigante com a bola nas mãos.
Uma bola enterrada vale 2,5 pontos
Se o basquete de quadra ou convencioal é provavelmente o esporte
mais emocionante, pelos finais de partida imprevisíveis, na modalidade
de rua, não faltam lances surpreendentes e até engraçados.
São válidos, por exemplo, os toques de calcanhar e a tabelinha
com a testa do adversário, antes da enterrada, que vale 2,5 pontos.
Outras curiosidades são a bola de quatro pontos e o drible por baixo
da perna que vale um ponto, mesmo sem cesta. Com dois tempos de 7,5 minutos, é um
show. Tem rap e hip-hop, skate e é colorido por grafites. Dois adeptos
da modalidade são Paulo Roberto e Carlinhos, ambos do Iguaçu,
time que joga o Campeonato Nacional na quadra.
- Um diferencial é a música, que não há na quadra.
Parece capoeira: música e esporte - diz Carlinhos.
Há um projeto para que em breve a área sob o viaduto seja
reformada, com apoio da Prefeitura e do governo federal. A Cufa (www.cufa.org.br)
tem escolinhas em Madureira, Pedra do Sapo (Complexo do Alemão),
Cidade de Deus e Acari. Segundo o instrutor Orlando Correia, em algumas
dessas comunidades, há crianças que chegam para a atividade
sem ter um par de tênis ou o material esportivo adequado:
- A maior recompensa que temos em nosso trabalho é ver o retorno
que essas crianças nos dão.
Uma revelação é Malena, de 14 anos, que disputa o Estadual
de infantil de quadra, pela Mangueira.
- A escolinha me deu maturidade e responsabilidade. Antes, não fazia
nada. Jogador, qualquer um pode ser. Atleta, nem todos. Quero ser atleta
- encerra ela, sonhando sair debaixo do viaduto para a glória.
Falcão Premiado
"Falcão, meninos do tráfico", de MV Bill e Celso
Athayde, ganhou, viva!, o prêmio de Melhor Documentário no
Festival de Milão, que vai até segunda.
O filme, com o troféu do júri já garantido, só deve
ser exibido para o público sábado.
Série leva famosos a "mundo
real
Publicidade
CRISTINA FIBE
da Folha de S.Paulo
Joaquin Phoenix convive com índios na Amazônia, Mos Def passeia
com MV Bill na Cidade de Deus, Cameron Diaz se desculpa por gafe no Peru...
Para o programa "Famosos no Mundo Real" ( "4Real"),
que estréia nesta quinta-feira no National Geographic, a realidade
do título está nos "países em desenvolvimento",
e um jeito interessante de mostrá-la é colocando-a lado a
lado com famosos "acima do normal".
Karel Navarro/AP

Cameron Diaz fotografa com a bolsa polêmica a tiracolo no Peru
Dos oito episódios, dois se passam no Brasil e dois em lugares que
são exceção à regra: Vancouver, no Canadá,
com a atriz Eva Mendes (este, o único que não deve ser exibido
no Brasil), e Oklahoma, nos EUA, com o ator Casey Affleck.
Apesar de se passarem em países ricos, eles também colocam
celebridades em contato com excluídos da sociedade.
O objetivo da série é contar, tendo como atrativos os famosos,
histórias de jovens líderes que trabalham para mudar a comunidade
em que vivem.
O apresentador Sol Guy, produtor musical, diz à Folha que foi o
ator Joaquin Phoenix ("Johnny & June") o primeiro famoso a
aceitar o papel, e que foi dele o mérito de convencer os outros a
participarem. "Era uma produção pequena, do Canadá,
a gente não deveria ter nomes tão grandes envolvidos. Foi
o Joaquin quem conseguiu fazer tudo dar certo."
É o ator quem abre a temporada por aqui: no primeiro episódio,
ele vai à Amazônia, na margem direita do rio Gregório,
no Acre, conhecer dois líderes da tribo Yawanawa, sobre a qual Josh
Thome, produtor-executivo da série, fez um documentário em
2001.
Na próxima semana, o programa vai à favela Cidade de Deus,
no Rio, com o rapper Mos Def apresentando ao mundo o "jovem líder" MV
Bill. Para Thome, o Brasil é o único país duplamente
representado porque ele veio ao país sete vezes nos últimos
sete anos.
"Durante o desenvolvimento [da série], viajamos pelo mundo,
fomos à Índia, à Venezuela, à África,
ao Brasil, aprender mais sobre os jovens líderes fazendo esses trabalhos.
A escolha coincidiu com quem estava disponível", completa Sol
Guy.
"Fomos a muitas comunidades às quais as pessoas não
vão normalmente", afirma, explicando por que tiveram que tomar "certas
medidas de segurança". Uma delas, conhecida dos brasileiros,
entrar sempre com alguém da comunidade.
E, segundo eles, nenhum famoso quis desistir no meio do caminho. "Não
dávamos muita informação sobre o lugar para onde íamos,
para que eles fossem abertos, perguntassem o que qualquer pessoa normal
perguntaria", diz Thome.
E cometessem gafes "normais" também. A atriz Cameron Diaz,
por exemplo, achou que estava adequada com uma bolsa de lona a tiracolo,
nada de Prada ou Louis Vuitton. Não sabia que o slogan maoísta
("Sirva o povo") que carregava, em chinês, ofenderia os
peruanos, que, nos anos 80 e 90, enfrentaram conflitos com rebeldes maoístas
no país que deixaram quase 70 mil mortos. A atriz pediu desculpas
ao Peru.

Veja algumas notícias sobre a Seletiva Estadual
de Basquete de Rua 2008
SOM DE BASQUETE: Madureira sediará torneio
O Globo Zona Norte
O DJ Roger Flex mexe nas carrapetas para afinar o som da próxima
edição da Seletiva Estadual de Basquete de Rua do Rio de Janeiro,
que agitará Madureira em abril. A competição é esportiva,
mas a música é quase tão importante quanto às
jogadas dos atletas da Central Única das Favelas, já que,
paralelamente aos jogos, há atividades relativas à cultura
hip hop, com break, grafite e apresentações de DJs e MCs. “A
música é como o coração do basqueteiro. É ela
que dá o tom do jogo”, diz Roger. Quem passar pela seletiva
vai disputar a Liga Brasileira de Basquete de Rua, com atletas de 20 outros
estados.

Templo do basquete abre as portas
Seletiva carioca de rua começa em abril, em Madureira,
e vai selecionar times para a Liga Brasileira
Marina Gonçalves – O Globo
Atenção, atletas de plantão: estão abertas
as inscrições para mais uma edição da Seletiva
Estadual de Basquete de Rua do Rio de Janeiro (Sebar – RJ). Organização
pela Central única das Favelas (CUFA), a competição
acontece nos dias 5, 12, 19 e 26 de abril, debaixo do Viaduto Negrão
de Lima, em Madureira.
Além do Rio, outros 20 estados organizam, a partir deste mês,
suas respectivas seletivas, pondo em disputa as vagas para a Liga Brasileira
de Basquete de Rua (Libbra), que vai começar em maio.
- Muitas equipes querem participar da Liga Brasileira, mas precisamos selecionar
apenas as mais fortes. A Sebar nasceu dessa necessidade, de conseguir equipes
mais preparadas para disputarem entre si – Explica a rapper Nega Giza,
presidente de Sebar.
Torneio vai reunir 48 equipes do estado
Para a rapper, a seletiva é a chance que os jogadores que sempre
se dedicaram ao basquete de rua têm de realizar o sonho de se tornarem
grandes astros.
- Além disso, é uma grande vitrine para clubes maiores e equipes
de quadra – diz.
Criado em 2006, o projeto já conta com uma estrutura profissional
e agora reúne 48 equipes cariocas. O objetivo é proporcionar
a cada participante a chance de mostrar seu talento – que, na maioria
das vezes, fica restrito às peladas realizadas em ruas e praças
do subúrbio - além de oferecer perspectivas de trabalho e
profissionalização.
O time formado pelos alunos da Cufa foi o grande vencedor do último
torneio. Um dos destaques é Wanderson Geremias, o WG, que dá aulas
na escolinha de basquete da entidade desde 2005.
- São ações transformadoras mesmo, que mudam a realidade
de muitos jovens que participam das aulas e dos torneios – afirma.
Paralelamente aos jogos, acontecem torneios de skate e atividades dos quatro
elementos da cultura hip hop: break, grafite e apresentações
de DJs e MCs. Nas carrapetas, o DJ Roger Flex mostra, durante as partidas,
o que há de melhor no hip hop.Desde as primeiras etapas da competição
ele faz o papel duplo de DJ e apresentador:
- A música é como o coração dos basqueteiro. É ela
quem dá o tom do jogo. Por isso, é preciso estar em sintonia
com o que está acontecendo dentro das quadras – explica Roger.
“A Sebar é uma grande vitrine para clubes e equipes
de quadra” Nega Giza – Rapper
“É um espaço democrático”, garante
Nega Giza
As disputas da Sebar têm dois tempos de sete minutos e com duas cestas
para dar mais velocidade aos lances da partida. Além das equipes
masculinas, a seletiva conta com 24 times femininos. As inscrições
podem ser feitas no site www.sebar.com.br
- O basquete de rua é um espaço democrático. E nós
queremos dar a oportunidade para que as mulheres também possam competir – afirma
Nega Giza.

Em SP para promover aparelho de celular, Fergie diz que quer
trabalhar com MV Bill
Márcia Abos - O Globo Online
SÃO PAULO - A cantora Fergie, que está no Brasil para lançar
um celular temático e fará nesta quinta-feira um show para
convidados em São Paulo de seu CD solo "The dutchess",
disse em coletiva nesta quarta-feira que adoraria trabalhar com o rapper
brasileiro MV Bill. Contou que, apesar de sua formação rock
'n roll, é fã de rap e hip hop e foi apresentada à música
brasileira por Sérgio Mendes, com quem gravou "Mas que nada" junto
com o The Black Eyed Peas.
Fergie, que se definiu como um "espírito livre",
disse que entre seus planos para o futuro está fazer cinema.
- Estudei teatro e fazer cinema está definitivamente em meus
planos. Mas não quero apressar as coisas - contou.
Ao ser perguntada sobre sua idade, Fergie completa 33 anos no próximo
dia 27, a cantora não se fez de rogada. Disse que achava 33 seu
número de sorte e convidou o repórter a comemorar o aniversário
junto com ela e seu amigo, o cineasta Quentin Tarantino em Nova York.
Os dois farão uma festa juntos, já que nasceram no mesmo
dia.
Sobre o noivado com o ator Josh Duhamel, conhecido pelo trabalho em "Transformers",
Fergie contou que a data do casamento ainda não foi marcada e
que certamente não será este ano.
- Acabei de comprar minha primeira revista de noivas - brincou, dizendo
que nem contratou um profissional para planejar a cerimônia de
casamentos.
Quanto ao show que fará em São Paulo, Fergie adiantou
que vai cantar músicas mais pessoais e que mostrará sua
faceta rock' n roll, acompanhada de dançarinos.
A cantora acredita que o futuro da música está nos dispositivos
móveis, como celulares, e avaliou o lançamento do álbum
do Radiohead, diponibilizado para download na internet ao preço
que os fãs quisessem pagar, como "genial".
- Os fãs sempre querem contribuir de alguma forma. E nós
músicos temos que entender que não vamos ganhar dinheiro
apenas fazendo discos, mas também com turnês - disse.
A campanha do celular que Fergie está lançando no Brasil
foi feita por David La Chapelle, considerado um dos maiores fotógrafos
do mundo. Foi a primeira vez que a cantora trabalhou com ele.
- Foi maravilhoso. Ele sempre faz as mulheres parecerem muito bonitas.
Achei muito criativa a nota musical em que fico em cima.
Fonte: O
Globo Online – Plantão - 12/03/08 às 14h12min
Rapper MV Bill
bate-papo sobre livro “Falcão – Mulheres
e o Tráfico
No mês em que é comemorado o dia internacional da mulher,
o rapper carioca MV Bill participa do projeto Sempre um Papo, nesta quarta-feira
(12), em Nova Lima, na Grande BH. Ele comenta seu livro mais recente,
Falcão - Mulheres e o Tráfico (Ed. Objetiva), escrito em
parceria com Celso Athayde, que expõe a realidade de uma faixa
da população feminina nas grandes cidades brasileiras.
MV Bill participa de videochat no Portal Uai na quarta-feira (12), às
13h30
A obra é uma continuidade do documentário e também
livro Falcão - Meninos do Tráfico, lançado em 2006.
Trabalhando em favelas de todo o Brasil com meninos envolvidos no tráfico
de drogas, os autores MV Bill e Celso Athayde descobriram que a vida desses "falcões" estava
visceralmente ligada à trajetória de suas mães, filhas,
irmãs, amigas, esposas e namoradas. No novo livro, os autores contam
histórias de mulheres de diferentes idades, valores e projetos
de vida, que de alguma maneira passaram a interagir e, em alguns casos,
a integrar a indústria do tráfico de drogas. Este livro é o
relato de como os autores conheceram essas mulheres e de sua convivência
com elas. Além disso, é também um esforço
para que o Brasil conheça a história delas.
Realizado a partir de oito anos de entrevistas, “Falcão
- Mulheres e o Tráfico” é narrado em primeira pessoa
pelos autores, que transcrevem numa linguagem franca as conversas que
tiveram com dezenas de mulheres em favelas de todo o país sobre
suas experiências com o tráfico de drogas. São relatos
emocionados de mães que perderam filhos ainda jovens, de mulheres
embrutecidas pela violência e que passam a comandar o tráfico
com mão-de-ferro, de tristes prostitutas que se vendem por um punhado
de drogas, dentre outras. Em suma, mulheres que aprenderam a viver sob
uma nova ordem moral.
O bate-papo com MV Bill tem início a partir das 19h30, no Teatro
Municipal Manoel Frazen de Lima (Centro), com entrada franca. A organização
do projeto aceita doações de livros para a Biblioteca Comunitária
José de Almeida de Nova Lima.
Sempre Um Papo com MV Bill
Data: 12 de março, 19h30
Local: Teatro Municipal Manoel Frazen de Lima
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Cantor do Charlie Brown Jr. deixa avião depois de discussão
Chorão não quis desligar aparelho eletrônico e foi
convidado a se retirar.
Ele se negou a sair da aeronave e discutiu com aeromoças e com
o comandante.
Glauco Araújo/G1
Cantor do Charlie Brown Jr. discute com comissários
ao se recusar a sair
do avião (Foto: Glauco Araújo/G1)O cantor Chorão,
do grupo Charlie Brown
Jr., foi convidado a se retirar de um avião da Gol com destino
a Manaus
por volta das 11h40 deste sábado (8), por se recusar a desligar
um
equipamento eletrônico durante o processo de decolagem, procedimento
padrão das companhias aéreas. A reportagem do G1 está dentro
do avião e
testemunhou o ocorrido.
O comandante avisou aos passageiros que havia um aparelho eletrônico
ligado e que não poderia seguir com os procedimentos de decolagem
enquanto
o equipamento não fosse desligado, por comprometer a segurança
do vôo. O
cantor não desligou o aparelho, discutiu com as aeromoças
e foi até a
cabine, onde ameaçou uma comissária.
O vôo 1640 estava programado para sair do Aeroporto de Cumbica às
10h35,
mas até as 12h45 não havia decolado. A aeronave teve que
retornar à área
de embarque e desembarque para a saída do cantor, de seu staff
e da banda.
Antes, ele havia se recusado a descer e discutiu com o comandante. Toda
a
bagagem e equipamento da banda terão que ser retirados do aparelho
antes
da decolagem.
O grupo faria uma apresentação neste sábado na
Academia de Tênis em
Manaus, no Amazonas, junto com o rapper MV Bill.
Segundo informações da delegacia da Polícia Federal
em Cumbica, o cantor
apareceu no local, reclamando bastante da empresa aérea. Os policiais
o
orientaram a entrar em contato com a Agência Nacional de Aviação
Civil
(Anac) ou com o Juizado Especial do aeroporto para registrar as
reclamações.
A reportagem do G1 tentou entrar em contato com
a assessoria de imprensa da Gol, mas não obteve resposta. E
continua tentando falar com a
assessoria do Charlie Brown Jr.
Fonte: G1
MV Bill e Celso Athayde lançam hoje
livro em Porto Alegre
O produtor Celso Athayde e o rapper MV Bill lançam o livro “Falcão – Mulheres
e o Tráfico” (272 págs, Editora Objetiva, R$ 39,90),
hoje, em Porto Alegre. O livro é a continuação do
projeto pioneiro que resultou no documentário e no livro “Falcão – Meninos
do Tráfico”, que os brasileiros perplexos com exibição
em rede nacional.
Nesta edição, os autores contam histórias de mulheres
de diferentes idades, valores e projetos de vida, que de alguma maneira
passaram a interagir e, alguns casos, a integrar a indústria do
tráfico de drogas. Esta livro é o relato de como Celso Athayde
e MV Bill conheceram essas mulheres e de sua convivência com elas.
A cerimônia de lançamento será a partir das 14h, na
Penitenciária Madre Pelletier, restrita para convidados e detentas.
Para o público em geral, a CUFA RS (Central Única das Favelas),
em parceria com a Ulbra, organiza para o mesmo dia, a partir das 19h30min,
um encontro com os escritores, no prédio 14, do Campus de Canoas.
A entrada é franca.
Realizado a partir de oito anos de entrevistas, “Falcão – Mulheres
e o Tráfico” é narrado em primeira pessoa pelos autores,
que transcrevem em uma linguagem franca e direta as conversas que tiveram,
com dezenas de mulheres em favelas de todo o país sobre suas experiências
com o tráfico de drogas. São relatos emocionados, duros,
e muitas vezes chocantes, de mães que perderam filhos ainda jovens,
de mulheres embrutecidas pela violência e que passam a comandar
o tráfico com mão-de-ferro, de tristes prostitutas que de
vendem por um punhado de drogas. Mulheres que aprenderam a viver sob uma
nova ordem moral.
Fonte: jornal O Sul – caderno Magazine, página 7 – 06/03/2008
C
MV Bill para mulheres
O rapper MV Bill falou ontem sobre o seu terceiro livro, Falcão – Mulheres
e o Tráfico, na Penitenciária Feminina Madre Pelletier,
em Porto Alegre, e à noite na Ulbra, em Canoas, em um evento da
Central Única das Favelas do Estado.
A obra foi escrita a partir de entrevistas com companheiras, filhas, amantes
e irmãs de traficantes. Muitas que acabaram entrando no crime.
- A maior parte das mulheres que estão presas não é criminosa
e vai para na cadeia por amor – afirmou frente a 80 detentas.
Fonte: jornal Zero Hora – página 51;
07/03/2008
Cinema Novo
Preparados para filmar, diretores de ‘Cinco vezes favela
2’ buscam renovar a imagem que a periferia ganhou nas telas
No bate-papo sobre influências estéticas, os sete diretores
empenhados na preparação de “Cinco vezes favela
2 – Agora por eles mesmos”, cujas filmagens estão
previstas para junho, citam de Scorsese a cinema iraniano com o mesmo
brilho nos olhos. Alguns vieram de bairros que há décadas
não sabem o que é sala de exibição, mas
nem por isso deixaram de acompanhar as experiências semidocumentais
que Mohsen Makhmalbaf (Salve o cinema”) faz no Irã, nem
perderam a chance de sofrer com os melodramas de Alessandro Iñarritu
(“Babel”). O time reúne cineastas egressos do Vidigal – Luciana
Bezerra e Luciano Vidigal –, da Cidade de Deus – Wavá Novais
e Rodrigo Felha –, de Higienópolis – Manaíra
Carneiro –, do Complexo da Maré – Cadu Barcellos – e
de Caxias – Cacau Amaral. Em comum, todos têm uma preocupação:
dar à favela uma imagem dissociada da violência.
- Mais que o cinema, a TV ajudou a criar um conceito estereotipado
da periferia – explica Cacau Amaral, que divide com Rodrigo
Felha a direção de “Arroz com feijas”, um
dos cinco episódios do longa-metragem. – O que a classe
média conhece da favela é trafico de drogas e descaso
da política. Não estamos desmentindo isso, só mostrando
que estamos acostumados a algo a mais.
Esse “algo mais” pode ser entendido como carinho, como
explica Cadu Barcelos, diretor do episódio “Deixa voar”:
- Meu filme fala dos medos de um garoto que desconhece o mundo existente
além da linha imaginária que separa favelas rivais.
Um dia, eu soube que a pipa de um garoto da comunidade de Pinheiro
caiu na Baixa do Sapateiro. Ele ficou com medo de buscar, mas foi.
Tempos depois, já estava jogando bola com os caras da
outra comunidade. Na favela também existe amor. É o
que quero mostrar.
Sob influência da “Sessão da Tarde”
Todos os realizadores de “Cinco vezes Favela 2” têm
uma ambição similar a de Barcelos. Talvez para isso,
eles busquem referências em diretores tão variados. Luciana
Bezerra, que fará do Vidigal o cenário para o episódio “Acende
a luz”, por exemplo, emenda “Volver”, de Almodóvar,
a “Conta comigo”, de Rob Reiner, para explicar o cinema
que consome e aquele que sonha fazer.
- Até a adolescência, minha sala de cinema era a “Sessão
da Tarde”, que ao contrário de hoje, passava filmes bons.
Nos anos 1980, foi na TV aberta que eu vi filmes brasileiros como “Um
trem para as estrelas”, que me surtou – Diz a
cineasta de 33 anos, elogiada em vários festivais pela direção
do curta “Mina de fé”.
Há outros nomes com vasta experiência nas telas envolvidos
no longa-metragem, cujo orçamento é de R$ 3 milhões,
incluindo uma série de oficinas de preparação
nas áreas como fotografia e direção. O ator e
diretor Luciano Vidigal, por exemplo, foi premiado no Festival Rencontres
Cinématographiques de Marseille, na França, pelo curto “Neguinho
e Kika”. Outros como Rodrigo Felha, já dirigiram clipes
musicais. Cada um à sua maneira está ligado a alguns
dos mais importantes projetos de fomento cultural nas periferia cariocas – Nós
do Morros, Central Única das Favelas (Cufa), Cinemaneiro, Observatório
das Favelas e Afroreggae. À frente da produção
do filme está Cacá Diegues que, em 1961, dirigiu “Escola
de Samba, alegria de viver”, um dos cinco episódios do “Cinco
vezes favela” original, assinado ainda por Miguel Borges, Joaquim
Pedro de Andrade, Marcos Farias e Leon Hirszman. Ele foi um dos responsáveis
pela seleção dos diretores.
Fonte: jornal O Globo, Segundo Caderno – 05/03/08.

ARROZ COM FEIJÃO (Cufa) de Cacau Amaral (acima, à direita)
e Rodrigo Felha. Um garoto de 12 anos de uma favela passa por uma série
de peripércias para conseguir um presente de aniversário
para seu pai. Um amigo o acompanha em suas aventuras. “Queríamos
tentar o pessoal da Cidade de Deus mesmo para o elenco. A idéia é fazer
uma observação daquele cotidiano”, diz Felha.
A vez do basquete de rua
Autor: Ana Carolina Oliveira
Arthur Monteiro
Evento vai selecionar as melhores equipes para disputar a Liga
Brasileira, no Rio.
Estão abertas as inscrições para a segunda seletiva
estadual de basquete de rua até o dia 30 de março. O evento,
promovido pela Central Única das Favelas do Distrito Federal
(Cufa-DF), acontecerá nos dias 12, 19 e 21 de abril em Ceilândia,
São Sebastião e Complexo Cultural da República,
respectivamente. Serão selecionados um time masculino e um feminino.
O projeto faz parte de um programa nacional da Cufa, que seleciona as
melhores equipes para disputarem a Liga Brasileira de Basquete de Rua,
no Rio de Janeiro. Segundo Ubiratan Paes de Miranda, da Cufa-DF, a iniciativa
pretende divulgar a modalidade. "A gente quer mostrar como é feito
o basquete da periferia, que não tem muitas regras, pelo contrário,
o objetivo é quebrar as regras", afirma. Ele explica que
a escolha da Ceilândia para sediar a abertura dos jogos deve-se à identificação
com o projeto. "Em Ceilândia, um grande número de
pessoas se concentra na cidade e tem a cultura do hip hop bem presente",
completa.
Além dos jogos, acontecerão intervenções
de grafite, performances de basquete de rua, apresentações
de break no Decoflex e Free Style, campeonatos de enterrada e cestas,
brinquedos para as crianças como ping-pong, cama-elástica
e totó, penteados afros a preços populares e shows com
os grupos de rap do projeto Voz Ativa da Cufa-DF e Viela 17. E, ainda,
haverá uma tenda de saúde com a equipe do Hospital JK
oferecendo aferição de pressão, indicação
de massa corpórea e dicas de nutrição. A única
exigência é que os participantes tenham a idade mínima
de 16 anos.
Na primeira seletiva do DF, que aconteceu em maio do ano passado, 42
times foram inscritos. A expectativa é que neste ano o número
aumente consideravelmente. "A gente pretende chegar a até 70
inscrições", afirma Ubiratan. No ano passado, o evento
levou mais de duas mil pessoas à Praça do Cidadão.
O time que representou o DF alcançou o oitavo lugar no ranking
nacional.
Para a realização dos jogos, a organização
conta com o apoio da Secretaria de Esporte, da Secretaria de Cultura
e da Administração Regional da Ceilândia, que irá garantir
a infra-estrutura. "Nós vamos auxiliar no que for preciso",
garante o gerente de Cultura, Esporte e Lazer, João Cléber
Fernandes. Segundo ele, ficará a cargo da Administração
a liberação para uso da área pública, segurança
e limpeza. "O nosso objetivo é reunir o pessoal do basquete
e promover um evento melhor que o do ano passado", declara.
A população vê no evento uma oportunidade para valorização
da cultura local e preservação da Praça do Cidadão,
um dos lugares mais tradicionais da cidade. Para Arenaldo Oliveira,
que costuma utilizar o local para malhar, o evento ajuda a preservar
a praça. "Eu acho de suma importância que esses eventos
aconteçam porque os jovens da cidade apreciam esse estilo de
esporte e de música", afirma.
O esporte
O basquete de rua é uma modalidade esportiva inspirada no Streetball,
oriundo das periferias norte-americanas, e na cultura hip hop, movimento
de expressão popular baseada em quatro elementos distintos, que
vêm ganhando cada dia mais força em todo o país.
Apesar de possuir os mesmos elementos básicos do basquetebol "tradicional",
o basquete de rua difere-se totalmente; desde as regras do jogo até mesmo
o ambiente onde é realizado. Como o próprio nome diz,
o basquete de rua sempre acontece em locais não convencionais,
muitas vezes improvisados em ruas, quadras públicas ou embaixo
de viadutos. Forte peculiaridade desta modalidade é a presença
da música rap (influência da cultura hip hop) tocando durante
os embates. Porém, o que é priorizado neste estilo de
jogo é a realização de passes de dribles que "desconsertem" seus
adversários, tornando as jogadas mais atraentes e divertidas
para os jogadores, bem como para o público que assiste.
Em 2005, a Central Única das Favelas realizou, no Rio de Janeiro,
durante um evento de Cultura Hip Hop denominado Hutuz, o primeiro campeonato
de Basquete de Rua de expressão nacional. Desde então,
em todo o país, esta modalidade vem crescendo e ganhando novos
adeptos vindos, inclusive, do basquetebol.
Atualmente, a Cufa realiza em todo o país Seletivas Estaduais
de Basquete de Rua e o único Campeonato Brasileiro da modalidade,
denominado Liga Brasileira de Basquete de Rua - LIBBRA, consolidando
cada vez mais o basquete de rua como uma modalidade esportiva de grande
sucesso.
POVO FALA
Qual é a importância da realização dos jogos
para a Liga Brasileira de basquete de rua na Ceilândia?
"Esses eventos ajudam a preservar a estrutura
da quadra, que está praticamente
abandonada".Helder Henrique Vieira,universitário"
"É muito bom porque estimula as pessoas
a participarem e ajuda no incentivo a mais lazer para a cidade".Gilson
Costa, estudante"
"É sempre bom ter eventos nessa quadra porque só assim
fazem alguns serviços para conservar a quadra. No ano passado
foi feito um trabalho para restauração, espero que façam
esse ano também".Denis Januário da Silva,
estudante"
"É muito importante porque é uma
forma de entretenimento. Quando realizam essas atividades, concentram
os jovens no esporte e eles saem da rua".Luana Alves, estudante"
Fonte : Tribuna do Brasil
Data : 28 de fevereiro de 2008
MV Bill lança seu livro no presídio
Talavera Bruce nesta segunda
Rio - O secretário de Administração Penitenciária,
Cesar Rubens Monteiro de Carvalho, e o ministro da Justiça, Tarso
Genro estarão presentes nesta segunda-feira, às 9 horas, na
penitenciária Talavera Bruce, no Complexo Penitenciário de
Gericinó, para o lançamento do livro “Falcão – Mulheres
e o Tráfico”, do rapper MV Bill e Celso Athayde. O livro relata
a visão feminina de uma dura realidade daquelas que, por algum motivo
acabaram resvalando para o mundo do crime.
Os autores pretendem, também, lançar o livro em todas as
capitais e no Distrito Federal, e nesta ação decidiram priorizar
as mulheres que cumprem pena nos sistemas prisionais do país. Durante
o evento MV Bill e Celso Athayde estarão promovendo debate com as
detentas, sorteando livros entre elas e ainda exibindo vídeo inédito
com 22 minutos de duração, com imagens do documentário
homônimo do livro.
O livro “Falcão – Mulheres e o Tráfico” teve
pré-lançamento realizado em novembro e dezembro, quando foi
distribuído em bancas de jornais e livrarias. O livro é um
desdobramento de outro trabalho da dupla, “Falcão – Meninos
do Tráfico”, lançado em 2006 pela editora Objetiva e
a Central Única de Favelas (Cufa), no qual foram entrevistados menores
envolvidos com o crime organizado em todo país.
O trabalho revela que a vida bandida desses “falcões” estava
diretamente ligada às trajetórias de suas mães, filhas,
irmãs, amigas, mulheres e namoradas. Durante o evento a rapper Nega
Giza estará iniciando um novo trabalho, gravando imagens para o documentário “Brasileiras”,
que será totalmente rodado em penitenciárias femininas.
O lançamento também será feito em outras
duas unidades prisionais femininas, o Presídio Joaquim Ferreira de
Souza e o presídio
Nelson Hungria, também do Complexo de Gericinó. A previsão
da Cufa é que a artista Sandra de Sá faça uma apresentação,
juntamente com Elke Maravilha após os debates.
Autógrafos na cadeia
MV Bill promove lançamento de livro ‘Falcão’ em
penitenciária
Sara Paixão
Rio - Sessões de autógrafos em penitenciárias ou
recepções vips em badaladas livrarias? O rapper MV Bill
e o produtor Celso Athayde, autores do livro ‘Falcão – Mulheres
e o Tráfico’, ficaram com a primeira opção.
A dupla pretende percorrer cadeias das 27 capitais brasileiras para levar
a obra até as detentas que, na maioria da vezes, poderiam ser as
protagonistas das histórias narradas, como traficantes ou mães
e namoradas deles.
“Resolvemos vir aonde o poder púbico não vem. Presidiário
não vota, por isso costuma ser abandonado pelos políticos”,
discursa MV Bill, que conseguiu reunir o ministro da Justiça, Tarso
Genro, o secretário nacional de Segurança Pública,
Antônio Carlos Biscaia, a deputada federal Marina Magessi, a atriz
Elke Maravilha e a cantora Sandra de Sá, entre outros, no lançamento,
segunda-feira, na penitenciária feminina Talavera Bruce.
Além de distribuir exemplares dos livros, Bill promoveu um fórum
para que as detentas fizessem suas reivindicações e sua
irmã, a rapper Nega Gizza, gravou depoimentos para o documentário ‘Brasileiras’.
O longa vai retratar a vida das mulheres no sistema carcerário.
“Elas podem dar a solução para os problemas que apresentamos
no livro. Ouvi-las nos ajuda a saber o que reivindicar em Brasília”,
contou MV Bill, que pôs em prática sua alcunha de ‘traficante
de informação’ — criada no rap ‘A Voz
do Excluído’ —, mas negou sonhar com a carreira política. “A
política é muito engessada, eu poderia decepcionar as pessoas.
Minha atuação é melhor de forma apartidária”,
diz ele, que encerrou o evento cantando seu sucesso ‘Soldado do
Morro’ no auditório lotado, para depois percorrer galerias
da prisão.
Segunda-feira não costuma ser dia de visita na penitenciária,
mas a iniciativa agradou às detentas. “Esse é um dos únicos
momentos em que somos tratadas como gente. Erramos no passado, mas somos
donas do nosso futuro, e poucos nos dão oportunidade para nos reerguer”,
defendeu-se Dione Normando, de 26 anos, Miss Talavera Bruce e condenada
por roubo de carro.